KARARYU – O DRAGÃO FANTASMA

Sou ninguém. Sou o nada. Sou o vácuo. Prefiro ser nada. Porque no nada cabe o tudo e no tudo não há mais espaço sequer para o nada. O nada é a mais absoluta potencialidade da plenitude. É a possibilidade infinita. A filosofia Zen ensina que só a negação absoluta do ser pode conduzir à comunhão com o Infinito. Ser é deixar de existir. Aquele que é já não existe. Sou um morto-vivo que ressuscitou três vezes. Sou indestrutível! Sou imortal, pois não se pode matar o que já não vive… Sou o guerreiro das trevas! Estou fora de controle! Sou feito do impalpável!
Sou o Guerreiro Psiônico! Sou KARARYU o Dragão-Fantasma!

I’m nobody. I’m nothing. I’m the vacuum. I’d rather be nothing. For everything finds room in nothingness and in fullness there is no space left, even for nothing itself. Nothingness is the fullest potentiality of the plenty. It’s the infinite possibilities. Zen teaches that only the most complete denial of one’s self leads to the communion with the Infinite. And being is ceasing existing. He who is no longer exists. I’m dead. I’m nothing. They can even x-ray me that they won’t find anything. I’m a walking corpse, I walk, so nobody will bury me… I’m undead, a deceased brought back three times from death. I’m indestructible! I’m deathproof, because one can’t kill what no longer lives… I’m the fighter from the darkness! I’m out of control! I’m made out of the untangible ethereal, the unsubstantial! I’m the Psychic Warrior! I’m the Dragon-Ghoul! My name Is KARARYU!
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