O RETORNO AO ÉDEN (2)

Os paradigmas morais que demonizaram a libido humana remontam a épocas imemoriais e foram estabelecidos como instrumento de subordinação e contingenciamento social e hoje temos a perpetuação de paradigmas hipócritas e falso-moralistas, instituídos e sustentados por uma doutrina moral e social putrefata.

De minha parte, minhas ações não se pautam mais pelos valores sociais e morais vigentes, uma vez que rótulos e estereótipos não mais são capazes de alterar as minhas consolidadas: personalidade, autoimagem e identidade. Gosto de ensinar pessoas – na cama ou fora dela – a superar limitações e indulgir-se à plenitude, sem os freios das culpas impostas pela falsa moral vigente.

Um ato sexual – consentido, reitero fortemente – destituído de culpa moral é mais do que mera prática libidinosa recreativa ou reprodutiva, são almas que se fundem e se impregnam e se conhecem a fundo. Mas ainda há um tesouro incomensuravelmente maior neste palácio.

Entretanto, a maioria das pessoas está somente em busca de meras sensações físicas, que nem sempre são tão intensas quanto elas esperam, justamente porque se esquecem dos laços invisíveis de energia que se manifestam quando ocorre o êxtase, o qual, quanto mais intenso e duradouro, maior é a energia gerada e irradiada. Pode-se até mesmo alterar o estado emocional e psicológico de uma pessoa a milhares de quilômetros de distância, bastando pensar com intensidade em possuí-la e simplesmente se autoestimular até atingir o êxtase. A fotografia Kirlian já documentou irrefutavelmente tais fatos.

Chegou o momento de abordarmos a verdadeira razão pela qual a livre manifestação da sexualidade foi tão perseguida e cerceada, em nome de uma falsa moral, a qual insistia em estabelecer novos valores, sob a égide da dominação filosófico-doutrinário-religiosa: a energia sexual, quando é empregada de forma “reiki”, ou seja, usada como uma energia pequena para controlar uma muito maior, atuando juntamente com outro fenômeno, o da fé pura e, interagindo com os 70 por cento de “energia escura” que compõem o Universo e a nós mesmos, porcentagem a qual o “rebanho doutrinado” foi adestrado pelos opressores doutrinários a chamar de “deus”, possui um poder inimaginável e derradeiro de transconsubstanciar a realidade física. Ou seja, com isso, qualquer um pode realizar, transformar, criar – e destruir – coisas e/ou pessoas. Lamento ter sido tão decepcionantemente explícito.

O fato é que no falso misticismo, na falsa magia e na falsa mística, o aspecto sexoenergético é sempre deixado de lado e tudo é retratado como muito belo, sublime e etéreo, numa clara alusão e reforço às filosofias moralistas “puras e inocentes” estabelecidas pelo arcabouço dominatório, pois na verdade, a”magia” – a verdadeira – ou seja, a manifestação e emprego de poderes suprafísicos e a energia sexual estiveram sempre associadas.

Falaremos mais detalhada e profundamente a respeito, quando abordaremos as relações entre alta magia e sexualidade ritual.

KDF

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