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http://ow.ly/zfPXd The news beyond the N

http://ow.ly/zfPXd The news beyond the NTKB / Os fatos além da notícia.

O que a mídia não mostra sobre Gaza / Th

O que a mídia não mostra sobre Gaza / The Israeli conflict coverup http://ow.ly/zfP5T

Results Google hides from you. Os result

Results Google hides from you. Os resultados que o Google não quer que você veja: http://ow.ly/zfOcp

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http://ow.ly/zfLVb World news showing he truth behind Uncle Sam’s media smokescreen. Watch live: http://ow.ly/zfLXq

SÃO PAULO CANALHA CLUB

 

Sampa. Chuvas torrenciais, problemas costumeiros com alagamentos e transportes e um calor infernal. E a previsão para os próximos dias é deveras MOLHADA.

Um acúmulo de vícios de administração,e planejamento e gerenciamento urbano pífio. A maior mancha urbana do planeta que produz 38% do PIB nacional, administrada por patifes e seus conluios de interesses escusos multimilionários, insensíveis às necessidades da coletividade.

Não diria que o dinheiro do contribuinte é desperdiçado. A verba pública aqui é, pelo contrário, parcimoniosamente aplicada em tudo aquilo que possa retornar numa dilatada margem investimento/lucro para os grupos de interesses e favorecimentos.

Em suma: poderia ser aplicada EM BENEFÍCIO DA COLETIVIDADE, e não de uma meia-dúzia de safados desprovidos de caráter. Aliás, como ocorre em praticamente todos os municípios brasileiros. É a festa do caqui com o dinheiro alheio.

Sabe, o cidadão está numa zona de conforto, Ele próprio mama nas túrgidas tetas do governo, através de seus inúmeros benefícios e salários e bolsas de todos os títulos possíveis. Para ele, se está dando pra “pagar a prestação, pôr gasolina no 1.0 comprado com salário-família e tomar a cervejinha”, tudo vai bem, muito bem.

Joseph de Maistre pregava numa frase frequentemente atribuída a Voltaire e a Hobbes que o povo tem o governo que merece. Se cremos não merecê-lo, ora não somos povo, ora não somos maioria.

KDF

 

A VERDADEIRA ELITE PRIVILEGIADA

 


Você sabe o que é COITADISMO?

COITADISMO é uma doutrina social invisível, praticamente oculta, embora onipresente.

 

Você, seu vizinho, todos enfim, estão inconscientes quanto à sua abrangência e potencial, diria eu até, quanto à sua existência.

 

Essa doutrina atualmente polariza e manipula a sociedade, não apenas a brasileira, mas toda a organização social do mundo civilizado. É uma doutrina derivada do caritativismo fomentado durante séculos pelas religiões e, mais notadamente, pela ICAR.

É a doutrina geradora do “carente profissional”; ela prega que todo aquele que se declara carente adquire automaticamente prerrogativas supra-sociais e o direito a possuir e desfrutar de tudo aquilo que os membros da sociedade que trabalham e produzem – e portanto portam intrinsecamente a culpa social pela desgraça dos despossuídos, segundo o caritativismo – possuem e desfrutam, com ainda maior abundância e disponibilidade, imediata e gratuitamente e, como fator de justiça social, às custas dos primeiros laboriosos provedores.

Tadinhos dos carentes e desfavorecidos, né?

A tal “redistribuição de renda” segundo o coitadismo, funciona assim: quem não produz nada, tem o direito de ganhar e ter o mesmo que ganha e tem aquele que produz, só que DE GRAÇA E SEM QUALQUER ESFORÇO além da iniciativa reivindicatória. Ou seja, quem trabalha tem que trabalhar mais, pra contribuir solidariamente com aqueles que não trabalham, assim estes JAMAIS precisarão trabalhar!

Brilhante, não?

 

O coitadismo é doutrina conveniente às esquerdas (sempre) demagógicas e por estas adotada, originadora do maior e mais impávido programa de compra de votos de que se tem notícia em toda a história da humanidade, o BOLSA-FAMÍLIA.

É uma classe privilegiada essa, a dos “carentes profissionais”. E truculenta! Tem a sociedade inteira feita de refém: “ou nos dão o que queremos, ou ficamos violentos!”

A “desigualdade” é fruto da VAGABUNDAGEM. Quer ter? Então se esforce. Ainda mais num Brasil em que até cocô de pomba em tampinha de cerveja vende.

 

Tá cheio de história por aí – e eu conheço alguns – empresários, hoje milionários, que já até dormiram na rua. E subiram na vida sem ajuda de ninguém.

Questão de Í N D O L E   e   C A R Á T E R.

Não compartilho de maneira nenhuma da desatualizada visão estereotipada de luta de classes, manipulada pelos militantes defensores do coitadismo que,  orientados por interesses partidários ou pessoais, se esforçam para ocultar o fato de estarmos num país onde o empreendedorismo é estimulado, independentemente de origem social e étnica, formação acadêmica, disponibilidade de capital e outros fatores, país onde leva-se menos de meia hora para se tornar um microempreendedor individual.

Defensores do coitadismo são o segmento politicamente ativo de uma maioria esmagadora que postula que vagabundo tem que ser tratado a pão-de-ló, maioria que inclui estes próprios defensores, pois no final, eles também mamarão fartamente nas tetas disponibilizadas pela Mãe-Estado.

O coitadismo é um grande arcabouço de estereótipos obstrutivos ao desenvolvimento, erigido para obnubilar toda uma sociedade e escravizar o “carente profissional” à sua própria dependência da caridade, subtraindo-lhe assim a independência e portanto, a dignidade humana, em nome da sanha reivindicatória e da safadeza. Afinal, quem não chora, não mama.

 

O coitadismo abriga uma macroeconomia à parte e possui a derradeira e verdadeira face da exploração do semelhante sintetizada na máxima Hobbesiana “o homem é o lobo do homem”; é uma instituição repleta de falácias muito em voga e às quais se recorre como argumento pronto para servir, entre as quais temos a recente: “o Brasil é o país mais lento entre os “Brics” para se abrir empresa”.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1048848-brasil-e-o-pais-mais-lento-entre-os-brics-para-se-abrir-empresa.shtml .

Em passant: afirmo que é mentira, pois levei apenas 22’30” para legalizar ONLINE e com displicente tranquilidade, minha atual iniciativa empresarial, que, mal foi legalizada, já viralizou e está tendo que nadar de escafandro em consultas e pedidos de clientes, antes mesmo de ser divulgada ou de disponibilizar seu site.

Quem quer trabalhar sempre acha o que fazer pra ganhar a vida. E desgraçadamente, aqueles que não querem, encontram mais amparo institucional, integração social, incentivo, solidariedade e portanto, maior expressão política do que os primeiros e ainda são promovidos pelo coitadismo institucionalizado, para viverem às custas destes.

 

Abraços, mas ainda tá cedo.

KDF